terça-feira, 15 de julho de 2008

Veja um pouco como vai ser o nosso Acampa de Inverno, em agosto! Você não pode perder essa maravilha!

Sustentabilidade - Juninho

"O que fazemos hoje, ecoa na eternidade." (do filme Gladiador)

A palavra da moda ultimamente é: SUSTENTABILIDADE. Vamos entender um pouco o que é isso. Sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana. Colocando em termos simples, a sustentabilidade é prover o melhor para as pessoas e para o ambiente tanto agora como para um futuro indefinido.

Segundo o Relatório de Brundtland (1987), sustentabilidade é: "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas". Isso é muito parecido com a filosofia dos nativos dos Estados Unidos, que diziam que os seus líderes deviam sempre considerar os efeitos das suas ações nos seus dependentes após sete gerações futuras. Esta é uma tarefa que tem tirado o sono de muitos executivos ultimamente. "Preciso vender mais, porém sem afetar o meio ambiente, preciso ter mais lucros, mas tenho também que ter uma boa imagem perante a sociedade..." Departamentos de RH de empresas do mundo inteiro têm pensado em formas de fazer com que seus funcionários pensem de forma ecológica, ou socialmente responsável. Ser sustentável: suprir suas próprias necessidade sem afetar o futuro de seus filhos.

Li uma reportagem algumas semanas atrás na Internet que dizia algo mais ou menos assim: "O consumidores dão mais credibilidade em empresas que desenvolvem trabalhos de Responsabilidade Social e Meio Ambiente." Acredite, os recursos naturais são finitos, isto não quer dizer que acabam, mas que seu volume é limitado, por exemplo: Você tem um copo de água para dividir entre você e um amigo, de repente chegam mais dois amigos sedentos, você continua tendo um único copo de água, só que desta vez para ser dividido em mais pessoas.

Os recursos naturais funcionam da mesma forma, daí a preocupação de utilizá-los de maneira consciente e responsável. É certo também pensar que o uso incontrolável de recursos podem fazer com que estes deixem de existir, como é o caso de algumas espécies de animais que desapareceram, devido ao comércio de peles, etc. Institutos de preservação ambiental no mundo inteiro têm colocado esforços contínuos para concientização do uso na maneira correta dos recursos. As boas práticas ambientais são geradoras de economia, de lucro e de imagem positiva da empresa.

Colocando uma olhar cristão ao assunto, lemos na Bíblia passagens como: "Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor." (Salmo 150) e "os céus declaram Sua glória e o firmamento a obra de Suas mãos" (Salmo 19:1). Toda a natureza foi criada por Deus. O que deve passar na mente de Deus quando não usamos aquilo que Ele nos deu de forma sábia? Ah! Não posso esquecer dessa passagem: "... e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves do céus, e sobre todo animal que se move sobre a terra... eis que vos tenho dado toda a erva que dá semente... e toda a árvore... e a todo animal da terra... e viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom..." (Genesis 1: 28 - 31).

Será que seremos questionados por Deus sobre como cuidamos de Sua criação? Será que amar como Deus ama, também não significa trabalhar para proporcionar um ar limpo para se respirar, água pura para beber? Será que o uso de forma sábia dos recursos naturais também não agradaria a Deus?

Tenha você também pensamentos sutentáveis, desenvolva pensamentos que melhorem o ambiente que você vive!!! Este é um vídeo de um instituto chamado Planet Green (União dos canais Discovery Channel, Animal Planet e Home & Health), num incentivo de mudança de forma de pensamento e atitudes. Descubra o Verde!! Grande Abraço!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Bom dia, família Aliança!!!

Os evangélicos dão o tom - Almir

As igrejas evangélicas estão mudando o comportamento do brasileiro em vários aspectos – o mais inesperado deles é a música clássica.

Na última década, instrumentistas que tiraram os primeiros acordes em salas de aula improvisadas em igrejas passaram a representar um porcentual cada vez maior nas principais orquestras nacionais.

Três de cada dez músicos da Orquestra Sinfônica do Paraná, por exemplo, freqüentam alguma igreja evangélica. Dos catorze profissionais recém-contratados pela Sinfônica de Porto Alegre, quatro são evangélicos. Eles também representam uma gorda fatia de 35% dos músicos brasileiros da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).

Dois fatores explicam a concentração de evangélicos no meio erudito. O primeiro é a falta de um ensino musical de qualidade nas escolas brasileiras, o que limita tanto a formação de profissionais como a de ouvidos treinados para apreciá-los. O segundo é a perda de interesse dos pais de classe média pelas aulas particulares de piano ou violino, que no passado eram um item comum na educação dos jovens. Nesse vazio musical, as igrejas evangélicas se tornaram um dos raros locais onde se investe em formação musical clássica no Brasil.

Nas igrejas evangélicas, a música está intimamente ligada ao culto. Os conjuntos constituídos por fiéis, sobretudo nos templos pentecostais, são geralmente compostos por instrumentos de sopro, tradição herdada das bandas musicais comuns nas cidades de interior. Em parte devido a essa origem, os músicos evangélicos concentram-se nas seções de metais e madeiras das orquestras brasileiras.

As igrejas que mais formam músicos são a Assembléia de Deus, a Igreja Batista e a Congregação Cristã no Brasil. Nas duas primeiras, os fiéis aprendem a tocar desde hinos evangélicos orquestrados até peças consagradas da música sacra, como as compostas por Johann Sebastian Bach. Mais restritiva, a Congregação Cristã no Brasil só permite seus adeptos tocar as 450 músicas que compõem seu hinário.

A igreja dá apenas o primeiro impulso aos futuros músicos de orquestra com isso é que as principais escolas de música também estão se enchendo de estudantes evangélicos. "Já tive classes em que 80% dos meus alunos vinham da mesma igreja", diz David Alves, professor de música da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Trompetista da Orquestra Petrobras Sinfônica e da OSB, Alves é também diácono da Igreja de Nova Vida. No Conservatório de Tatuí, no interior de São Paulo, que tem 3.000 alunos, quatro em cada dez estudantes de música clássica são evangélicos. Por outro lado, eles são raros nos cursos de música popular. "O resultado dessa invasão é que o perfil dos alunos de música erudita está mudando", diz João Guilherme Ripper, diretor da sala de concertos Cecília Meireles, no Rio de Janeiro.

Heliton Costa, dono de uma escola de música e maestro da Banda Municipal de Itaberá, no interior de São Paulo, era pedreiro quando aprendeu a tocar saxofone na pequena igreja da Assembléia de Deus de sua cidade, de 20.000 habitantes. Incentivado pelos amigos, decidiu aprofundar seu talento no Conservatório de Música de Tatuí, onde se formou em saxofone, teclado e regência.

Há um antigo e estreito relacionamento entre a música clássica e os vários ramos nascidos da reforma protestante, no século XVI. O compositor barroco Johann Sebastian Bach, autor da Missa em Si Menor, bastante tocada nas igrejas católicas, era luterano. Essa também era a religião do alemão Felix Mendelssohn, autor da Marcha Nupcial, sem a qual nenhuma cerimônia de casamento está completa.

O período dourado da música clássica está igualmente repleto de grandes compositores católicos. Mas foram os protestantes que deram uma dimensão popular à música sacra, ao substituir o latim pelas línguas vernaculares e simplificar as músicas nos corais das igrejas. Dessa forma, os fiéis puderam começar a cantar juntos.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Programação

Foto da galera no Jubão da semana passada

Fim de semana do Mociba:

:: sexta-feira - 11/07: Jubão, às 19h30 na IBCU. Acesse www.jubacad.com.br

:: sábado - 12/07: Intercâmbio com nossa Missão em Nova Hortolândia! Saída da IBA às 18h45! Início lá às 19h30! Muita música bacana, uma mensagem bíblica e interação entre as galeras! Participe!

Apresentação do Paulo Steinberg na Igreja Batista Aliança

Olá, pessoal.

No sábado passado, todos os que compareceram ao templo da Igreja Batista Aliança foram agraciados com o riquíssimo recital-palestra ministrado pelo Dr. Paulo Steinberg, doutor em piano pela Indiana University.

Interpretando obras de Ernesto Nazareth e Villa-Lobos, e dois inspirativos hinos ao final, o Dr. Paulo deu um verdadeiro show ao piano e deixou boquiabertos os presentes, que ao final o aplaudiram incessantemente, em pé, admirados com a incrível velocidade e precisão com que seus incansáveis dedos desfilavam pelas teclas do piano. Foi um belíssimo concerto!!

Mas o momento mais marcante da noite foi o breve testemunho do Dr. Paulo. Antes de executar sua peça final, fez questão de reconhecer o senhorio de Cristo, de lembrar que nada daquilo faria sentido se não fosse Cristo nas nossas vidas e de compartilhar do seu prazer de executar os hinos sacros. O coração de Deus certamente se alegrou naquela noite. Talvez muito mais do que em muitos cultos, muitas vezes cheios de religiosidade e vazios de vida, em que a liturgia rouba a espontaneidade do coração.

Vamos lembrar que o Senhor se agrada não de “o que” fazemos, mas do “para que”. O texto de I Coríntios 10:31 diz: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”. O que importa para o Senhor é a atitude do coração.

O texto de I Samuel 16:7 é claro: "O Senhor não vê como o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor vê o coração". Que a nossa vida seja assim.

Talvez não consigamos executar um choro de Ernesto Nazareth com a virtuosidade do Dr. Paulo, mas podemos trabalhar, estudar, pegar um ônibus, aconselhar, jogar futebol, fazer um jantar, tricotar, cantar, participar da obra de Deus, enfim, viver e fazer tudo para a glória de Deus.

Um abraço,

Rodolfo Seifert

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Seus Direitos
Ronaldo Seifert

Olá, amigos! Trago algumas noções a respeito dos seus direitos como consumidor. O assunto de hoje é o direito de “troca” do produto.

Depois daquele belo dia de compras, todo mundo já voltou à loja para trocar alguma roupa que não serviu. Esse é um procedimento comum oferecido pelas lojas especialmente ligadas ao ramo de vestuário. Claro que a peça trocada está em perfeito estado e, normalmente, acompanhada de etiqueta. Mas a questão não é tão simples quanto na pratica. Aqui não vamos discutir o que você tem conseguido “trocar” nas lojas, mas qual o seu direito a respeito da troca.

Portanto, a pergunta relevante é: eu tenho direito de trocar a roupa que não me serviu? Se a loja não quiser trocar, eu posso bater o pé e exigir a troca do produto? Para os mais cricas, tenho uma má notícia: em regra, o consumidor não tem direito a “troca”. Pouco importa se é roupa ou se é sapato, brinquedo, computador ou apenas um carro novo. Comprou tá comprado! Você não tem direito de se arrepender e trocar o produto ainda que simplesmente para mudar a cor do esmalte. Claro que uma boa conversa com o vendedor pode resolver o seu problema. Além disso, não podemos nos esquecer que muitas lojas têm a política de permitir a troca. Portanto, embora você não tenha o direito de exigir a troca, não custa tentar...

Vamos tratar das exceções. Em algumas situações, o vendedor informa que permite trocas. Ele mesmo estabelece prazos e condições para a troca. Nesse caso, é claro que o cliente tem direito de exigir a troca quando cumprir as condições previstas. Se não houver condições previstas com maior clareza, aconselho que volte à loja dentro de sete dias e leve o produto em perfeito estado.

A outra exceção, que garante ao consumidor o direito de troca, se dá quando a compra é feita fora do estabelecimento comercial. Sempre que você comprar por meio de catálogo, por telefone ou internet, você terá sete dias para se arrepender da compra com direito à devolução do dinheiro ou troca do produto, se você preferir. Ah, vale destacar que os sete dias são contados a partir do recebimento do produto. Importante é que você avise dentro dos sete dias, se não vai ter que jogar uma conversa no vendedor com poucas chances de sucesso, pois a loja já efetuou gastos com envio.

Mas se você avisou do seu arrependimento dentro de sete dias, a loja deve devolver imediatamente todos os valores pagos. Ela não pode ficar com um único tostão e nem devolver em parcelas. Os gastos com envio do produto também devem ser devolvidos. Não se esqueça que a loja, quando lhe ofereceu um produto por telefone, internet ou catálogo, assumiu o risco de você poder desistir.

Por fim, como as coisas não ocorrem às mil maravilhas, se você não sentir segurança na loja e achar que ela não vai te devolver o dinheiro, escreva imediatamente uma carta informando o seu arrependimento e envie pelo correio com “Aviso de Recebimento”. Se a compra foi feita por internet, um e-mail basta, contanto que você salve o e-mail enviado. Informar por escrito é sempre mais garantido.

Sempre que possível, pretendo trazer algumas dicas relacionadas ao Direito do Consumidor. A principal variante que forma o “possível”, nesse caso, é o humor do editor deste blog rsrs. Enfim, essa é a sugestão de hoje. Numa próxima, a gente fala do direito de troca quando o produto vier com algum defeito.

Ruanda
Talita 'Cit'

    Existem dois grupos étnicos em Ruanda: a maioria formada por hutus e um outro grupo menor formado pelos tutsis.

    O presidente Juvénal Habyarimana, que era hutu, foi morto em um acidente aéreo em abril de 1994, gerando assim uma guerra civil no país, onde hutus massacraram os tutsis. As pessoas que sobreviveram, partiam para os campos de refugiados, situados em fronteiras de países vizinhos. Mas esses países acabavam que expulsando as pessoas de voltam para Ruanda.

    Um homem chamado Elizaphan Ntakirutimana levou atacantes hutus para a Igreja Adventista onde era pastor presidente e ordenou que fosse retirado o telhado, afim de encontrar tutsis que estavam lá abrigados. Foi enviada uma carta ao Pr. Elizaphan com o seguinte trecho: "Nós desejamos informa-lhe que amanhã seremos mortos juntamente com nossas famílias", a resposta de Elizaphan foi para que eles se preparassem para morrer.

    Enquanto isso, outro adventista foi responsável por salvar 1268 tutsis e hutus, abrigando-os no Hotel Mille Collines, situado em Kigali (capital de Ruanda). Paul Rusesabagina ficou mundialmente conhecido ao ser retratado no filme "Hotel Ruanda" - que eu recomendo.

    Estipula-se que foram cerca de 1 milhão de mortos, 2 milhões e 300 mil pessoas refugiadas e quase cada uma das mulheres que sobreviveram foram violentadas, e os meninos nascidos dessas violações foram assassinados. Hoje, Ruanda ainda sofre em meio a julgamentos afim de descobrir os milhares de civis envolvidos no massacre.